O meu coração parecia querer sair do peito quando o Pedro colocou o colar delicadamente no meu pescoço, com um beijo carinhoso no ombro.
“Quero que uses isto hoje, Rita”, murmurou, olhando-me nos olhos, “Para te lembrares sempre que, no final da noite, o meu amor é todo teu e que o que vamos viver esta noite é só uma fantasia. Tu és o amor da minha vida.”
Eu sorri, nervosa e excitada, senti o colar como um talismã de segurança. Vesti só um baby-doll transparente que mal cobria o meu cu. Preparei o quarto inteiro: lençóis vermelhos escuros, luz baixa e vermelha, água gelada, lubrificante, preservativos e toalhas limpas.
A campainha tocou. Eu coloquei uma máscara e fui à porta abrir. As duas rainhas chegaram. A Letícia (brasileira, morena, cu e seios lindos) e a Erica (moçambicana, pele negra brilhante, corpo escultural). Ambas com vestidos curtos e justos e saltos altos.
Eu servi vinho e acompanhei-as até ao quarto onde o Pedro, todo nu apenas com uma máscara, deitado na cama as esperava.
Fizeram um brinde e beijaram-se.
“Senta-te. Quero que assistas a tudo.”, disse-me ele.
As duas fizeram um striptease, despindo-se mituamente, enquanto se beijavam e acariciavam o Pedro.
Iniciaram depois um broche conjunto muito intenso. As línguas encontravam-se na glande, chupan, lambia as bolas e babavam tudo.
“Vocês chupam tão bem. Tens muito que aprender.”, provocava -me o Pedro e elas davam gargalhadas.
Depois, a Letícia colocou o preservativo, desenrolando-o devagar no pau duro. Ela montou-o e desceu, engolindo o caralho completamente. A cona carnuda esticava ao redor do látex, subindo e descendo, com o cu a bater e as mamas a pular.. Os sons molhados e os gemidos altos enchiam o quarto.
O Pedro olhava para mim, provocava-me. Eu estava toda molhada, cheia de vontade de foder.
“Olha como esta cona engole o meu pau, Rita. Muito mais molhada e apertada do que a tua.”
A Erica colocou-se por trás dela e apertou-lhe as mamas enquanto ela rebolava no pau, como se dançasse sobre ele.
Vieram-se os dois em gemidos altos e intensos.
Eu levantei-me e tirei o preservativo da pila do Pedro, cheio de esporra quentinha.
“Obrigado. Podes voltar a sentar-te.”, disse-me o Pedro.
A Érica e a Leticia levantaram-se e vieram ter comigo. Despiram-me, arrancando o tecido do meu corpo e tocaram-me por toda a parte.
“Gostas de ver o teu macho foder-nos?”
“Aposto que não o fodes como nós”
Elas provocavam, mas o meu foco era o Pedro. Fiquei imóvel e em silêncio e elas lamberam os meus mamilos, puxaram o meu cabelo para trás e chuparam-me o pescoço. A Leticia sentou-se no meu colo, virada para mim e levou a minha mão à cona dela.
“Sente como está molhada. O seu marido gozou aqui dentro e me fez gozar.”
O pau do Pedro já estava a entrar em ação novamente. Era mesmo isso que elas queriam. A Érica foi ter com ele, ajoelhou-se e colocou um preservativo com a boca.
Depois colocou-se de quatro a olhar para a mim e o Pedro fodeu-a. Estocadas brutais, pau embainhado entrando fundo na cona escura.
A Erica gritava a olhar pra mim.
“O teu homem arromba-me tão bem!”
A Leticia sussurrava ao meu ouvido:
“Veja sua putinha. Veja o prazer do seu homem.”
Por trás de mim sacudia as mamas na minha nuca e tocava-me na cona sempre sem prolongar, só para provocar.
A Erica pediu para ser fodida no cu e o Pedro não hesitou.
Penetrou-a sem piedade em estocadas fortes que a fizeram vir enquanto ela própria massajava o clitóris.
Eu levantei-me e tirei o segundo preservativo.
Neste não havia esporra.
O pau dele estava duro. Eu não conseguia desviar o olhar. O Pedro percebeu e puxou ambas para junto de si, que sentadas lado a lado o acariciaram e começaram uma punheta.
“As minhas rainhas querem que esta puta vos limpe?”
Elas deram gargalhadas e acenaram que sim.
Então veio o grande final.
O Pedro pediu às duas que se ajoelhassem lado a lado na minha frente. Elas empinaram os seios.
“Hora de marcar as minhas Rainhas”, disse o Pedro, batendo o pau duro na mão e depois nas mamas delas.
Ele masturbou-se rápido, gemendo. O primeiro jato grosso e branco de esporra acertou bem no meio dos seios da Letícia, escorrendo pesado pelos mamilos. O segundo atingiu o pescoço e as mamas da Erica.
As duas gemiam e esfregavam os seios uma na outra, misturando os esperma.
“Vem, Rita”, ordenou o Pedro, puxando-me pelo cabelo, “Limpa tudo.”
Eu ajoelhei-me à frente delas. Lambi-as, recolhendo a esporra grossa e salgada. O sabor forte enchia a minha boca e escorria pela minha língua.
“Olha a putinha limpando a porra das nossas tetas…”
“Boa garota, lambe tudinho.”
O Pedro assistia, acariciando meu cabelo.
“Isso… limpa bem as minhas rainhas”
Quando terminei, com o queixo e boca sujos de esporra o Pedro foi a uma gaveta e tirou um satisfyer e ordenou-me que me masturbasse.
Tirou-me uma foto, que aqui partilhamos, enquanto eu tinha um orgasmo silencioso, contido.
Elas tomaram um banho e despediram-se com um beijo na boca do Pedro.
Eu fui leva-las à porta e entreguei a cada uma o envelope do pagamento. Elas sorriram e nada mais disseram.
Regressei ao quarto e fomos tomar um banho juntos sem falar.
Já na cama ao ouvido disse-lhe:
“Amanhã é a minha vez.”
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“Cuckold”
Acordei com o corpo quente e macio da Rita completamente colado ao meu. Ela abriu os olhos lentamente e sorriu.
“A primeira parte correu bem. Percebo o apelo. É incrível ver-te ter prazer e estar totalmente focada nisso.”
“Veremos. Não foi bem o que esperava. Gosto que te envolvas.”
Vesti apenas uns boxers que mal conseguia conter minha ereção. A Rita estava incrível, com uma lingerie vermelha. Ambos usávamos máscara.
Quando, à hora marcada, a campainha tocou, corri para abrir a porta, mantendo a cabeça baixa.
O Lars entrou imponente. Nórdico alto, loiro com cabelos claros quase brancos, pele clara, corpo extremamente musculoso e definido, ombros largos, braços grossos e um volume impressionante marcado nas calça.
Levei-o até o quarto, servi água gelada, a pedido, preparei preservativos, lubrificante e toalhitas úmidas, ajoelhei-me ao lado da cama e esperei.
A Rita recebeu-o com um beijo profundo e molhado, enfiando a língua na boca dele sem nenhuma vergonha enquanto as mãos grandes e fortes dele apertavam e amassavam o cu dela.
Ela tirou a lingerie devagar, exibindo o corpo nu. O Lars tirou a roupa, revelando o pau grosso, longo, veioso e rosado já duro.
A Rita caiu de joelhos e começou um broche longo e detalhado.
Ela segurou o pau dele com as duas mãos, admirando o tamanho. Lambeu devagar desde as bolas pesadas até a cabeça inchada, girando a língua quente e molhada ao redor da glande. Depois abriu bem a boca e enfiou a cabeça grossa, sugando ruidosamente, descendo o máximo possível enquanto se babava profusamente. Subia e descia a cabeça, chupando com força, usando uma mão para masturbar a parte que não cabia na boca e outra para lhe apertar os tomates.
O Lars gemia e segurava o cabelo dela, fodendo a sua garganta devagar. A Rita engasgava, a saliva escorria pelo queixo, pescoço e seios, fazendo barulhos molhados e obscenos. Ela lambia as bolas, chupava uma de cada vez, voltava para o pau, acelerava o ritmo, olhando para mim de vez em quando.
“Olha para isto”, gemeu ela, tirando o pau da boca por um instante, com fios grossos de saliva conectando os lábios dela à cabeça rosada, “Olha como eu chupo este pau nórdico enorme. É muito mais grosso e saboroso do que o teu.”
O Lars riu-se e com um sotaque típico de nórdico que arranhava a língua portuguesa, também provocou:
“Sua mulher é uma excelente chupadora. Continua, vadia”
Depois de um broche longo e intenso, o Lars mandou Rita deitar na cama, abriu as pernas dela bem abertas e começou a fazer sexo oral. Ele lambeu a cona devagar, passando a língua larga e quente por toda a extensão, circulando o clitóris inchado, enfiando a língua dentro dela, sugando os lábios carnudos. A Rita gemia alto, segurando a cabeça loira dele contra a cona, rebolando no rosto dele. O Lars chupava com fome, fazendo barulhos molhados, enfiando dois dedos grossos enquanto lambia o clitóris rapidamente. A Rita tremia e gemia cada vez mais alto.
“Isso, come a minha cona, Lars! Olha… ele está a chupar-me muito melhor que tu chupas!”
Eu assistia ajoelhado. Via a língua dele trabalhar na cona da minha mulher.
Depois de deixar Rita molhada e ofegante, o Lars colocou o preservativo, posicionou-se e meteu o pau enorme de uma vez só na cona dela.
“Aaaai, caralho! Que pauzão!”, gritou Rita.
Ele estocou com força bruta. Cada estocada era profunda, fazendo os seios dela balançarem.
“Olha como ele me abre toda”
O Lars juntou as pernas dela junto ao seu peito, apertando o pau dentro da cona e continuou incessantemente. A Rita veio-se aos gritos.
Ele não parou. Segurou o pau grosso pela base e esfregou a cabeça inchada na entrada dela várias vezes, provocando.
“Preparada para continuar a foder?”, perguntou ele com aquele sotaque nórdico rouco.
“Sim… fode-me”, gemeu a Rita, abrindo mais as pernas.
Ele meteu de uma vez, enterrando o caralho enorme na cona dela. A Rita arqueou as costas e soltou um grito longo e rouco:
“Aaaai, caralho! Que pauzão grosso! Está-me a abrir toda!”
O Lars começou a estocar com força bruta e ritmada. Cada vez que entrava, via-se claramente a cona da Rita esticada ao máximo ao redor do pau dele. As mamas dela balançavam com cada pancada. Eu, ajoelhado ao lado da cama, via tudo em detalhe.
“Olha bem”, provocou a Rita, ofegante, a olhar para mim, “Olha como ele me fode. Este pau nórdico é muito mais grosso e comprido que o teu. Sente como ele me enche toda… tu nunca me encheste assim.”
O Lars riu, abriu as pernas dela, com os braços a empurrar e debruçou-se sobre ela. Nesta posição o caralho entrava ainda mais fundo. Ele acelerou, meteu com uma força selvagem. O som molhado e obsceno da cona dela enchia o quarto.
“Ve como a tua puta é minha!”, grunhia ele.
A Rita veio-se pela segunda vez, gritando, com o corpo inteiro a tremer, a cona a contrair visivelmente ao redor do pau dele.
O Lars não parou novamente. Tinha uma energia inesgotável. Virou a Rita de lado, levantou uma perna dela e continuou a fodê-la com estocadas profundas e rápidas. Ela já não gemia, só gritava.
Depois colocou-a de quatro, virada para mim, segurou o cabelo loiro dela como uma rédea e meteu com força por trás. O cu dela ondulava a cada estocada forte.
A Rita veio-se pela terceira vez nesta posição, gritando o nome dele, o corpo convulsionando enquanto ele continuava a martelar sem parar.
Mudou novamente de posição: deitou a Rita de costas, colocou as pernas dela sobre os ombros e meteu fundo, dobrando-a. A cona dela estava vermelha, inchada e extremamente molhada.
Ele fodia com força bruta, o suor escorria do corpo musculoso. A Rita gritava de prazer, com as unhas cravadas nas costas dele.
“Estou a vir-me outra vez!”, berrou ela.
Veio-se pela quarta vez, tremendo violentamente, a cona apertando o pau dele.
Finalmente, o Lars tirou o preservativo, ajoelhou-se sobre o peito da Rita e começou a masturbar o pau enorme bem em cima da cara dela.
Ela num impulso totalmente descontrolado, empurrou-o parceiro atrás, fazendo-o deitar-se e sentou-se em cima dele a masturbá-lo.
“Pedro, vai ter de ser.”, disse ela no momento em que pegava no caralho dele e desceu uma só vez o enfiou na cona dela, sem preservativo e montou-o freneticamente.
“Aguenta, nao te venhas!”, disse-lhe.
Ele aguentou uns segundos e depois, como se ela tivesse o peso de uma pluma, levantou-a, deitou-a na cama e debrucou-se sobre ela.
“Abre a boca, minha puta vadia.”
A Rita obedeceu e pôs a língua de fora. Com um grunhido animal, ele veio-se. Os jatos grossos de esporra acertaram no rosto dela, na língua.. Uma esporradela abundante e viscosa.
“Limpa isso”, ordenou-me ele.
Peguei numa toalha macia e limpei cuidadosamente o rosto da Rita, passando várias vezes até tirar quase todo o esperma.
Depois de recuperar o fôlego, a Rita olhou para mim com os olhos ainda vidrados de prazer:
“Agora vem cá. Fode a tua mulher.”
A cona dela estava extremamente molhada, quente, inchada e escorregadia depois de tanto ser fodida. Entrei devagar, sentindo como estava larga e molhada. Comecei a meter, mas sabia que não ia durar muito.
O Lars, ainda ao lado, começou a tocar nos seios da Rita, apertando os mamilos duros e beijando o pescoço dela.
”Fode-a. Mas ela ainda está a pensar no meu pau”, provocou ele, continuando a massagear os seios dela.
A Rita gemia, olhando para mim:
“Isso, mete… mas foi ele que me abriu toda. Sentes como estou larga?”
Não aguentei mais. Depois de algumas estocadas, tirei o pau e vim-me na barriga dela. Peguei no telemovel e tirei a foto que partilhamos.
O Lars riu baixinho, deu um último beijo à Rita e foi tomar um duche. Nos não nos mexemos durante esse período.
No final, eu fui levar o Lars à porta, entreguei o envelope do pagamento e ele sorriu e agradeceu.
Voltei para o quarto, a Rita puxou-me para os braços e beijou-me
“Correu bem… gostei bastante. E tu?”
Eu abracei-a forte, com o coração ainda acelerado.
“Foi intenso… mas adorei ver-te assim.”
Num fim de semana fomos cuckold e cuckquean. Uma de muitas vezes…

